quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Aliviando

Estava lendo o livro "Aliviando a Bagagem" de Max Lucado, e dele extrai alguns pedaçõs que gostei muito. Vou Transcrevê-los aqui:




Preocupação  é uma palavra composta por
merimnas = merizo (divide) + nous (mente)

Parte de nossa mente está no agora, a outra está no futuro,
 isso gera metade de nossa mente viva. Isso muitas vezes está aliada a ansiedade,
a qual é um hábito dispendioso, visto que muitas de nossas inquietações são vãs.


Deus nos guia e acharemos graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno (Hb 4.16)
Para muita gente a vida é igual a selva.. a selva são..saúde enfraquecida, corações partidos, carteiras vazias. Muitas vezes não escutamos o gorjear dos pássaros, rosnar dos leões, só ouvimos as reclamações dos vizinhos e as exigências dos patrões. Nossos predadores são os credores... O desespero é um fardo.

Humildade  é de certa forma uma virtude enganosa
O que uma refeição de larvas causa ao nosso estômago, o orgulho humano causa ao de Deus

Deus tem misericórdia de mim, pecador. Como o meu irmão depende da previdência social, eu dependo da tua graça. Como a minha irmã com AIDS, estou infectados com enganos. Como meu irmão que bebe, preciso de algo que me alivie a dor. E assim como TU amas e dás direção ao gay, concede-me o mesmo. Tenha misericórdia de mim, pecador.
 (P. 82 – Max lucado – aliviando a bagagem).


“A morte de qualquer homem me diminui”. É como se a raça humana residisse numa imensa cama elástica. Os movimentos de um podem ser sentidos por todos. E quanto mais íntimo o relacionamento, mais intensa é a partida. Quando morre alguém que você ama, isso afeta você.” John Dorme

“Aliviando a Bagagem”
“Fui ao museu mais famoso do mundo. Turistas estavam impressionados, e eu estava lá cochilando e roncando no banco, encostado na parede. As pessoas viam Van Gogh e eu dormia. Porém, a culpa não era minha. Eu aprecio muito arte do século dezessete tanto quanto os outros que estavam ali, mas naquele dia não dava. Foi culpa das malas. Eu estava exausto de carregar tantas bagagens da família.
Isso me faz pensar que não podemos cochilar assim na vida. Por acaso nós não habitamos na galeria do nosso Deus? Não estamos cercados de obras de arte vindas Dele? Não é a alma o seu estúdio? E deixamos passar… cochilamos enquanto tudo acontece. É duro viver, arrastando atrás de culpas de ontem, este saco de estopa cheio de preocupação e deixa meu pescoço em um laço. O temor da morte é suficiente para quebrar as costas e te fazer perder a magia da vida. Pessoas boas, bem intencionadas, sentadas na igreja, lutando para manter os olhos abertos, se não os da face, pelo menos os do coração!
O QUE PERDEMOS COM ISSO? Perdemos Deus fendendo os céus para nos ouvir cantar. Não deveríamos estar trocando, além do pão e do vinho, sais voláteis para nos despertarmos do sono? Para nos unirmos? Deveríamos… mas na última semana arrastamos aquele baú de descontentamento, e não dormimos na noite anterior porque ficamos rolando nossa sacola de desapontamentos.
Então, de uma vez por todas! Desembaracemo-nos de nossas bagagens e entreguemos a Ele nossas bagagens! Vamos pegá-lo em sua Palavra: “Vinde a mim todos vos que estais cansados e oprimidos,  e eu vos aliviarei.”Mt 11.28

Descansar da carga de um deus pequeno. Por quê? Porque eu achei o Senhor.
Descansar das necessidades que nunca tem fim. Por quê? Porque o Senhor é o meu pastor.
Descansar das fadigas. Por quê? Porque nada me faltará.
Descansar da preocupação. Por quê? Porque Ele me conduz a pastor verdejantes.
Descansar do desespero. Por quê? Porque Ele refrigera a minha alma.
Descansar da culpa. Por quê? Porque me guia pela vereda da justiça.
Descansar  da arrogância. Por quê? Por amor do seu nome.
Descansar do vale da morte. Por quê? Porque Ele me leva através dele.
Descansar do medo.Por quê? Porque a sua presença me conforta.
Descansar  da solidão. Por quê? Porque Ele está comigo.
Descansar da vergonha. Por quê? Porque Ele preparou uma mesa para mim  na presença dos meus inimigos.
Descansar dos meus desapontamentos. Por quê? Porque Ele me unge.
Descansar da inveja. Por quê? Porque meu cálice transborda.
Descansar da dúvida. Por quê? Porque Ele me segue.
Descansar da saudade. Por quê? Porque habitarei na casa do meu Senhor para sempre.
E amanhã, quando pela força do hábito você pegar de volta a sua bagagem, largue-a de novo, e de novo, e mais uma vez… ATÉ ÀQUELE DOCE DIA EM QUE VOCÊ DESCOBRIRÁ QUE NÃO A ESTÁ PEGANDO DE VOLTA.

E quando você sentir sua carga suspensa, quando começar a viajar sem bagagens, quando tiver energia para ponderar sobre você os mistérios da vida, faça-me um favor. Caminhe pelo saguão e vire à esquerda. Espere sua vez atrás das cordas vermelhas, dê uma boa e longa olhada na Mona Lisa e diga-me: o que há de tão especial nela, afinal?”